Prudência, na mitologia é o nome romano de Métis, a deusa da prudência.
Classicamente, prudência é considerada uma virtude, e de fato, uma das quatro Virtudes Cardinais. A palavra vem de prudencia (expressão francesa do final do século 13 - do latim prudentia) significando "previsão, sagacidade".
Essa virtude é a capacidade de discernir sobre ações maliciosas e virtuosas, não só num sentido geral, mas com referência a ações apropriadas num tempo dado e lugar.
Embora a prudência não execute qualquer ação, e está preocupada unicamente com o conhecimento de certo modo ela regula todas as outras virtudes.
Distinguir quando atos são corajosos, ao contrário de descuidado ou covardemente, por exemplo, é um ato de prudência.
Ela é classificada como um "cardinal", quer dizer que uma virtude "principal".
Por outras palavras, prudência "dispõe a razão para discernir em todas as circunstâncias o verdadeiro bem e a escolher os justos meios para o atingir. Ela conduz a outras virtudes, indicando-lhes a regra e a medida".
Embora prudência seria aplicada a qqer situação, as atitudes mais corriqueiras distinguem uma pessoa como prudente, pois são pequenas e sensatas ações desde como e onde atravassar uma avenida, ou mesmo repreender uma criança.
Podemos considerar a prudência um exercício de julgamento sadio em negócios práticos.
Modernamente, no entanto, a palavra tornou-se crescentemente sinônimo de cautela. Neste sentido, prudência nomeia uma relutância em se arriscar, que permanece uma virtude com respeito aos riscos desnecessários. Mas quando desnecessariamente aplicada pode tornar-se o vício de covardia.







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